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Nós reunimos nesse site uma rede de colaboradores que compartilham da mesma visão: abrir um diálogo entre psicólogos, psiquiatras e as pessoas que passam por experiências espirituais e/ou anômalas que muitas vezes são diagnosticadas com transtorno mental.

O Repensando a Loucura é inspirado no movimento internacional Emerging Proud que propõe que o dia 12 de maio se torne um marco na saúde mental e uma referência mundial, a ser celebrada anualmente como o dia que as pessoas começaram a falar de suas experiências sem medo expandindo a percepção do que é "normal" em todo o mundo. 

Nosso objetivo não é fornecer soluções, mas abrir a oportunidade para que esses temas desafiadores possam ser discutidos mais abertamente trazendo visões pioneiras na forma como compreendemos e lidamos com essas experiências. 

 

Em nosso evento anual inaugural, dias 12 e 13 de maio de 2017, fizemos um levantamento que foi usado como inspiração para a criação desse site e que pode ser acessado na íntegra clicando aqui. Dia 12 de maio de 2018 realizamos nosso segundo evento junto ao Humana Mundi Espaço Clínica, onde também fizemos uma pesquisa com comentários dos participantes após as rodas de conversa com pessoas que compartilharam suas histórias pessoais. Clique aqui para acessar o resultado da pesquisa de 2018.

E dia 11 de maio de 2019, realizamos a terceira edição do evento anual junto ao Instituto de Psiquiatria da USP com o apoio do ProSer - Programa de Saúde, Espiritualidade e Religiosidade do HCFMUSP, onde além de profissionais brasileiros que têm pesquisado essa temática, contamos com a participação em vídeo de vários representantes internacionais. Para acessar este material, clique aqui

Conheça nossas ações

Apresentação do movimento e evento anual de 2018

Agradecemos imensamente todos aqueles que têm nos apoiado na nossa proposta de Repensar a Loucura. O vídeo acima apresenta nosso movimento e traz alguns momentos do nosso lindo evento de 2018 que aconteceu dia 12 de maio em São Paulo junto ao Humana Mundi Espaço Clínica.

 

 

Resultado do levantamento 

Por que falar destas experiências?

O reconhecimento de que experiências espirituais e/ou anômalas são munidas de valor e significado para as pessoas que as experienciam é ainda visto com certa resistência pela corrente dominante. Porém, no levantamento realizado em nosso evento, a importância de falar dessas experiências foi o item mais votado.

 

Como ouvir essas

experiências?

O sofrimento das pessoas que estão passando por experiências espirituais e/ou anômalas pode chegar a níveis insuportáveis e a necessidade de tratamento e intervenção médica, muitas vezes, é a única saída. Porém, o estigma pode ser evitado se essas experiências não fossem rotuladas como desequilíbrio químico ou algo incurável tão indiscriminadamente.

Criar novas terapias e modelos de atendimento 

A necessidade de mudança na forma como lidamos e tratamos as pessoas que estão passando por experiências espirituais e/ou anômalas, e mesmo como compreendemos nossa saúde mental, é evidente. As instituições psiquiátricas, sejam públicas ou privadas, estão se abrindo para a criação de novas alternativas, mas é fundamental dar um passo além.

Construir um modelo de  cuidado integral

Desde que a Organização Mundial de Saúde (OMS) propôs a ampliação na definição de saúde para "um estado dinâmico de completo bem-estar físico, mental, espiritual e social e não meramente a ausência de doença", o tema da espiritualidade tem sido foco de inúmeros estudos científicos. Incorporar o resultado desses estudos na prática é o nosso desafio.  

Contato

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